Domingo, dia de descansar,
Feliz momento para relaxar.
Pés descalços, mente vazia,
Aguardo dos dias, primazia.
Tenho direito de ficar assim,
Como lirio branco no jardim.
O coração pleno de preces,
Pensamentos sadios, leves.
Gosto de ter um tempo meu,
Contemplando o próprio eu.
Sem ansiedades, sem neura,
Oportunidade de branca aura.
Meus pés merecem repouso,
Eles me levam a ser desuso.
Por eles, caminho bem longe,
Agora, estou como um monge.

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