terça-feira, 30 de junho de 2020

Júbilos na Pandemia




Céu azul enfeita meus dias,
Esqueço Pandemia, alegrias
Dá ao meu 💙 a cada acordar,
Levanto-me, disposta  a Amar.



Mexo agulhas com os dedos,
Uso meu tempo com modos
Produtivos de me ocupar,
Não esmorecer, vai passar.


Amarelo, fonte de luz,
Ao prazer me conduz,
Gosto de bem preencher
Meus dias com lazer.



Cada ponto é um formatar teia...
Vou tecendo laços...

Vermelho me dá alegre sensação,
Meu ❤️ fica feliz como condiz,
Passo meu tempo na ocupação,
Tira de mim toda inquietação.



Bolinho de caneca de microondas... 
Sabor formigueiro...

Somos formiguinhas,
A vida precisa de doçuras,
Está com amargos sabores,
Não deixa de ter delícias,
Vamos  amenizando dores.

Frutas vermelhas e damasco dão sabor às geleias no waffle...

Entre umas cores e sabores,
Aliviando tensões, melindres,
Numa combinação perfeita,
Estou assim bem rarefeita.

Por ora, é o que posso...



domingo, 28 de junho de 2020

Gracejos Fotografados



💙📽️ Mari 📽️💙




1 IMAGEM, 140 CARACTERES # 355




"Fotografar é colocar na mesma linha, a cabeça, o olho e o coração."

I

Fotografo céu azul, emoção,
faz-se imponente.
Energia com esplendor,
não é mera emoção,
revela constatação.
Creio, me seduz,
pista divina, me conduz.




 "Fotografar, é colocar na mesma linha, a cabeça, o olho e o coração."

II


Cenário doura meu ser,
Sol refletido na pilastra,
Delícia no bom alvorecer.
Brilha nas paredes frias,
Aquece alma de mestra
Livra-me de cruéis agonias.

"Você não captura uma fotografia, você a faz."





III

Algo percebo de sombrio
Em meu piedoso coração.
No cenário, boa harmonia,
Vibro aqui, me dá sintonia,
Não me deixo no vazio,
Extasiem-se, sensação!


"Acredito sinceramente que existem coisas que ninguém veria, se eu não as tivesse fotografado."

IV

Selva de pedra fotografa solidão de claustro,
Transformo-o povoado lar,
Não devo ser contristada, alegria registro.
Meu 💙 ao que fotografo, é amar.


"A fotografia é a poesia da imobilidade: é através da fotografia que os instantes deixam-se ver tal como são."

V

Sou caçadora de flores, são em mim
Nos canteiros da vida, em meu jardim.
Sou flor a Deus, viçosa, formosa,
Erva daninha não delineio, Nele creio.







VI

Minhas imagens me revelam,
Mostrando fé oculta na tela, 
O Divino em mim habita,
Faze-me sorrir, bem contrita,
Dia e noite na fé não esmorecida.

CURIOSIDADES

Vendidas por muitos “místicos” em eventos ou consultas diversas, as fotografias da aura baseiam-se em truques fotográficos a fim de causar ilusões de que a aura realmente existe na imagem revelada. No entanto, registrar a cor da energia que nos cerca e nos rege é uma tarefa muito mais profunda e complexa do que uma simples foto com efeitos sobre um fundo negro.

importante frisar que toda a aura está em constante movimento e reação, muito semelhante a uma chama. No entanto, ainda que esse padrão se mantenha, sua manifestação acontece em particularidades a cada indivíduo de acordo com padrões de gênero, reações chakricas, intensidade do corpo energético, saúde do corpo psicológico, entre outros fatores. Portanto, características como o movimento, o cheiro, o som vibracional e intensidade na qual a aura é emanada mostram que esse fenômeno vai muito além de truques básicos de fotografia que se revelam a partir da resistência eletromagnética produzida através da pele de nossas mãos.


sexta-feira, 26 de junho de 2020

É Tempo de?




É tempo de?

Silêncio,
Ausência,
Distância,
Caminho perdido,
Visão apenas,
Linguagem difusa...
Vozes na noite...
Adormeço,
Abro portas,
Chagas profundas...

SOU  DEPURADA PELO FOGO...

Acampo,
Escondo-me,
Busco,
Adormeço,
Fujo,
Encontro,
Olho,
Mergulho,
Perdoo,
Junto os pedaços.

É tempo de...

Ultrapassar-me,
Andar,
Chegar,
Viver,
Amanhecer,
Anjos acordados,
Retiram-me o joio,
Impregnado,
Deixam somente o trigo...
Tenho tempo ainda,
A PORTA É ESTREITA.
Faz-se novamente noite,
Depois dos anjos,
OUÇO VOZES,
Inconfundíveis,
São vozes do coração
Que sente...
Ele não mente!


quarta-feira, 24 de junho de 2020

Centena Solidária






Espera em Deus com paciência.
(Eclo 2,3)

Humildade para aceitar o que posso fazer e não o que gostaria de fazer ...
Dia após dia...
Enquanto durar a Pandemia...


Não pensar demasiadamente ...
Não passar o dia varrendo a casa ...
Não me irritar...
Não me perturbar...
Não pronunciar palavras ríspidas...
Não me desanimar ...
Não desanimar pelas desolações prováveis que virão...


Nada como um dia após o outro...
Ter paciência comigo...
Acolher o Amor terno de Deus.

A pressa produz tensão, enganos, irritação, 
Fazer tudo com tranquilidade...
Levanto-me,
Sento-me,
Descanso...


Como...



Caminhando pela garagem...
Não será uma máscara que me impedirá de sorrir...🤩 O meu sorriso aos amigos pela graça de estarmos vivos...

Ando,
Ouço músicas...

(Feito na Pandemia)

Teço,
Leio,
Escrevo ...

Faço tudo lentamente... E você, como está? O que anda fazendo?

Oro...

Hoje, há 100  dias EM CASA🏡

(Considerações em base ao livro da vez:
Cristo, Minha Vida)

domingo, 21 de junho de 2020

Cumplicidade Farejadora




Que saudade do meu Sansão peludinho!

"Muitas vezes somos muito mais próximos deles do que a pessoas que convivem conosco todos os dias."

💙 Mari 💙



1 IMAGEM, 140 CARACTERES # 354




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Significado espiritual
O cão, diferentemente do gato, está associado à energia do sol. As pessoas que desejam ter um cão, geralmente, buscam mais independência, liberdade, energia, querem estar sempre em contato com o mundo de forma ativa.
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🐕
I

Ganhamos um poodle,
Festa, pequena dizia:-olé!
Foi todo meu, disponível,
Cuidei, no mesmo nível,
Vida feliz, ter animal cura.



🐕

II
Cresce, união aumenta, há troca,
Afinidade, cumplicidade, lealdade.
Brincadeira, aconchego, achego,
Acerco-me, torna colorida vida.
Ele dá guarida. 


🐕
III

Cachorro amadurece, é guardião,
Dá contentamento, energia boa ao 💙.
É fiel na alegria, na dor, pula, ri-nos,
Ele ganha confiança, desfaz nós.


🐕
IV

Tratado com carinho, causa comoção,
Sem nos morder até fenecer, perecer.
Olha-nos nos olhos, pressente morrer,
Deixa saudades,  cumprida missão...

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Meu pai saudoso recitava essa poesia como ninguém... A todos emocionava, chorávamos ele e eu...

HISTÓRIA D’UM CÃO

(Luis Guimarães)

Eu tive um cão. Chamava-se Veludo:
Magro, asqueroso, revoltante, imundo,
Para dizer numa palavra tudo
Foi o mais feio cão que houve no mundo

Recebi-o das mãos dum camarada.
Na hora da partida, o cão gemendo
Não me queria acompanhar por nada:
Enfim - mau grado seu - o vim trazendo.

O meu amigo cabisbaixo, mudo,
Olhava-o ... o sol nas ondas se abismava....
«Adeus!» - me disse,- e ao afagar Veludo
Nos olhos seus o pranto borbulhava.

«Trata-o bem. Verás como o rasteiro
Te indicará os mais sutís perigos;
Adeus! E que este amigo verdadeiro
Te console no mundo ermo de amigos.»

Veludo a custo habituou-se à vida
Que o destino de novo lhe escolhera;
Sua rugosa pálpebra sentida
Chorava o antigo dono que perdera.

Nas longas noites de luar brilhante,
Febril, convulso, trêmulo, agitado
A sua cauda - caminhava errante
A luz da lua - tristemente uivando

Toussenel: Figuier e a lista imensa
Dos modernos zoológicos doutores
Dizem que o cão é um animal que pensa:
Talvez tenham razão estes senhores.

Lembro-me ainda. Trouxe-me o correio,
Cinco meses depois, do meu amigo
Um envelope fartamente cheio:
Era uma carta. Carta! era um artigo

Contendo a narração miuda e exata
Da travessia. Dava-me importantes
Notícias do Brasil e de La Plata,
Falava em rios, árvores gigantes:

Gabava o steamer que o levou; dizia
Que ia tentar inúmeras empresas:
Contava-me também que a bordo havia
Mulheres joviais - todas francesas.

Assombrava-me muito da ligeira
Moralidade que encontrou a bordo:
Citava o caso d’uma passageira...
Mil coisas mais de que me não recordo.

Finalmente, por baixo disso tudo
Em nota breve do melhor cursivo
Recomendava o pobre do Veludo
Pedindo a Deus que o conservasse vivo.

Enquanto eu lia, o cão tranquilo e atento
Me contemplava, e - creia que é verdade,
Vi, comovido, vi nesse momento
Seus olhos gotejarem de saudade.

Depois lambeu-me as mãos humildemente,
Estendeu-se a meus pés silencioso
Movendo a cauda, - e adormeceu contente
Farto d’um puro e satisfeito gozo.

Passou-se o tempo. Finalmente um dia
Vi-me livre d’aquele companheiro;
Para nada Veludo me servia,
Dei-o à mulher d’um velho carvoeiro.

E respirei! «Graças a Deus! Já posso»
Dizia eu «viver neste bom mundo
Sem ter que dar diariamente um osso
A um bicho vil, a um feio cão imundo».

Gosto dos animais, porém prefiro
A essa raça baixa e aduladora
Um alazão inglês, de sela ou tiro,
Ou uma gata branca sismadora.

Mal respirei, porém! Quando dormia
E a negra noite amortalhava tudo
Sentí que à minha porta alguem batia:
Fui ver quem era. Abrí. Era Veludo.

Saltou-me às mãos, lambeu-me os pés ganindo,
Farejou toda a casa satisfeito;
E - de cansado - foi rolar dormindo
Como uma pedra, junto do meu leito.

Praguejei furioso. Era execrável
Suportar esse hóspede importuno
Que me seguia como o miserável
Ladrão, ou como um pérfido gatuno.

E resolvi-me enfim. Certo, é custoso
Dizê-lo em alta voz e confessá-lo
Para livrar-me desse cão leproso
Havia um meio só: era matá-lo

Zunia a asa fúnebre dos ventos;
Ao longe o mar na solidão gemendo
Arrebentava em uivos e lamentos...
De instante em instante ia o tufão crescendo.

Chamei Veludo; ele seguia-me. Entanto
A fremente borrasca me arrancava
Dos frios ombros o revolto manto
E a chuva meus cabelos fustigava.

Despertei um barqueiro. Contra o vento,
Contra as ondas coléricas vogamos;
Dava-me força o torvo pensamento:
Peguei num remo - e com furor remamos

Veludo à proa olhava-me choroso
Como o cordeiro no final momento,
Embora! Era fatal! Era forçoso
Livrar-me enfim desse animal nojento.

No largo mar ergui-o nos meus braços
E arremessei-o às ondas de repente...
Ele moveu gemendo os membros lassos
Lutando contra a morte. Era pungente.

Voltei à terra - entrei em casa. O vento
Zunia sempre na amplidão profundo.
E pareceu-me ouvir o atroz lamento
De Veludo nas ondas moribundo.

Mas ao despir dos ombros meus o manto
Notei - oh grande dor! - haver perdido
Uma relíquia que eu prezava tanto!
Era um cordão de prata: - eu tinha-o unido

Contra o meu coração constantemente
E o conservava no maior recato
Pois minha mãe me dera essa corrente
E, suspenso à corrente, o seu retrato.

Certo caíra além no mar profundo,
No eterno abismo que devora tudo;
E foi o cão, foi esse cão imundo
A causa do meu mal! Ah, se Veludo

Duas vidas tivera - duas vidas
Eu arrancara àquela besta morta
E àquelas vis entranhas corrompidas.
Nisto senti uivar à minha porta.

Corri - abri... Era Veludo! Arfava:
Estendeu-se a meus pés, - e docemente
Deixou cair da boca que espumava
A medalha suspensa da corrente.

Fora crível, oh Deus? - Ajoelhado
Junto do cão - estupefato, absorto,
Palpei-lhe o corpo: estava enregelado;
Sacudi-o, chamei-o! Estava morto

















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A verdade é que independentemente

de qual seja a opinião

de todos sobre a capacidade

que os cachorros têm,

não podemos negar

que eles tornam a vida

muito melhor e nos guiam

por boas direções.

O impacto é verdadeiro 

deixa marcas que ficam

mesmo depois que eles se vão,

fazendo com que a gente

não esqueça os ensinamentos

mais profundos e os momentos

que vivemos juntos.
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quarta-feira, 17 de junho de 2020

Noventena: Instâncias da Esperança


Acordar olhando as possibilidades...



Acordo feliz,
Como me condiz.
A gratidão pelo vivido,
O dom da vida conservado,
O céu azul que se fez lindo
Uma vez mais no céu pela varanda.
Pássaros cantam, o sol brilha ameno,
Estou na rede a contemplar as maravilhas:
Deus me permite enxergar, esperançar, ser...


Rotina do dia a cumprir:
Subir e descer 
Oito andares
Todo santo dia
Requer disciplina,
Muitos olhares
Em busca de pretextos
A aliviar dissabores
Da Pandemia...


Do alto a contemplar,
Com olhos bem atentos,
Muito amorizados
À procura de encantos...


Da garagem bem vazia,
Aqui no alto caminho.
Dependendo do ânimo,
Meia hora a uma hora.
Nada compara, embora,
À beira-mar, com ritmia...


Álcool gel me acompanha,
Abro portas e fecho porta,
Limpo a mão num vaivém,
Não ouso sentir desdém. 



Na chegada, todo preceito,
Concebido há três meses,
Com muito mais afinco...
Um zelo muito necessário,
Vírus cruel, não brinco...



Que rotina ordinária!
Tenho casa, comida, abrigo,
Amor todo dia, quanta alegria!
Quisera todos experimentassem
Prazer de viver como estivessem.
A vida seria outonal, amena, imparcial,
Cheia de encantos e hegemonia...



Ler é fonte de prazer,
Seja espiritual, psicológica...
Vai dando sentido aos dias atuais,
Raciocino e vibro com toda lógica.



E no final do dia:

Padaria e delicatesse bem pertinho:
Pães e bolos chegam bem quentinhos.
Uma tentação da Pandemia, uma magia,
Até engordamos uns bons quilinhos...
Cada dia uma opção, vem com carinho
Para amenizar momento do isolamento.
(Interação com Chica)

Na leitura da vez:

Cristo, minha vida
(Clarence Enzler)

Ser cristão é outra pessoa de Cristo...


Não deixes que o orgulho espiritual lance raízes no teu 💙.

Não tenhas ciúmes dos que parecem mais "favorecidos"...
Sê paciente.

Jesus prometeu derramar abundantes graças sobre nós. 

Milhões de pessoas têm fome, insegurança, sofrem doenças incuráveis, vivem em clima de terror e privações sem conta...
🏡🙏

Deus não quer  que façamos orações quando deveres nos chamam....
Nem quer que trabalhemos quando é tempo  de oração.





domingo, 14 de junho de 2020

Ao Meu Príncipe Gigante





💙 Mari 💙

1 IMAGEM, 140 CARACTERES # 353



O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem.


Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção.

I

Era uma vez um príncipe,
De pequeno nada tinha.💖
Tem princípios, só aninha,
Cuida da sua rosa🌹, é tripé,
Raposa testemunha na alcunha.




II

Na jornada do Amor,
É preciso esperteza,💞
Para lidar com penhor
Sobre qualquer aspereza.
Ele merece delicadeza,
A mais fina de toda flor.🌹



III

A cor do Amor é vermelha?💘
Similar à raposa traiçoeira?
Ou quiçá seja azul celeste,💙
Que espanta toda peste?
Qual será a cor do Amor puro?
De candura, nada impuro?
Será Amor amarelo como flor?💛
Que aromatiza sem dor?


IV

Dia do Amor Enamorado,❣️
Incondicional na gratuidade,
Requer bondade, amizade.
É um se deixar cativar,🌹
Pertencer na docilidade.💌

💙🌹Feliz Dia dos Enamorados aos amigos!🌹💙



quinta-feira, 11 de junho de 2020

Benesses Diárias



Nada como um dia após o outro...

A cada dia um espetáculo deslumbrante...



Não há crescimento
 sem mudanças, 
sem medo ou perdas, 
 não há perda sem dor.
Isolamento social solidário...



A beleza está nos meus olhos...
Transmite o ar,
a essência da minha alma...
Benesses de Deus ...
Transformar as impropriedades
em Propriedades...

Há outras janelas
da minha vida,
há oitenta dias,
eu tinha outra realidade... 

Agora,
meus olhos apreciam
outras belezas,
se eu tiver olhos para ver...

O descortinar matinal, vespertino 
sejam ósculos 
das Delicadezas Divinas!





Há mais do que cimento na selva de pedra...
Tento descobrir, dia após dia...



🌹🌼💐 Filha compartilhou seu jardim para me alegrar pela distância geográfica:









segunda-feira, 8 de junho de 2020

É tempo de? (III)




É tempo de?

 Desencanto,
Ele nos surpreende
Desinstala-nos...
Como é difícil aceitar o novo!
Reluta-se...
Há um apego desordenado,
Há orgulho ferido,
Desencontros,
Perdas,
Dor,
Desilusão,
Lentidão nos pensamentos,
Nas ações amorosas,
Há dores na alma:
Feridas,
Marcas ,
Traumas,
Desintegração,
Desencanto...
DES ENCANTAR...
DES ENCONTRAR...
DES INTEGRAR...
No desencanto,
O mundo da gente cai.


É tempo de...

 Aprender 

A se  levantar!

No Amor encanto,

Deus visita a gente.