Caminhando na chuva,
vê-se livre de tormentos,
é certa dos livramentos,
pingos caem como luva.
Na ponta do pé, caminha
com fé, bom ritmo a aninha.
Não estraga o som pluvial,
é uma mulher muito plural.
Suavemente inebriada, vai
não se desfaz, só abstrai.
Descalça, aquece seu ser
em ebulição, nada a temer.
Seu corpo se alonga feliz,
tem integridade em verniz.
Cobre-se de esperança, paz,
jamais o desamor a satisfaz.
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